CBMMAA é promessa de atletas bem preparados

Com o intuito de revelar grandes talentos no MMA nacional surgiu a ideia de criar o Circuito Brasileiro de MMA Amador, um evento que contará com várias etapas por todo Brasil. Neste ano de 2018 as primeiras datas e cidades já foram escolhidos, iniciando em São Paulo no dia 28 de janeiro e dando sequência com uma etapa em Belém no dia 4 de fevereiro.

Após enxergar a necessidade de eventos de base para preparar os atletas de sua academia, o ex-lutador de MMA e matchmaker Magno Wilson não mediu esforços para fazer um evento de MMA amador que reuniu cerca de 60 lutadores.

“Eu sempre levava meus alunos em diferentes eventos de lutas e sempre conversava com o Edson, assessor de imprensa do Thunder Fight, falando da necessidade de abraçar também o MMA amador dentro da organização. O Thunder chegou a fazer o primeiro evento, mas não deu segmento. Então me reuni com um amigo e fizemos um evento específico para o MMA amador, ao todo casamos cerca de 30 lutas. E assim começou a minha história com o Thunder e com o MMA amador.” – revela

O projeto reúne representantes do circuito espalhados por várias regiões e assim possibilitará ampliar o campo de observação e desenvolvimento do MMA por todo país. Serão várias etapas por todo território nacional contando com uma final em forma de GP que acontecerá em São Paulo no fim de 2018 com os líderes do ranking de cada região.

“O grande foco além de revelar futuros campeões, é fazer a galera ver o mma amador como qualquer outra modalidade de luta, possibilitando que qualquer pessoa possa competir recreativamente.” – conta Magno Wilson

Uma das preocupações do Circuito é proteger o atleta fisicamente utilizando os equipamentos específicos para que o atleta não corra nenhum risco. As proteções seriam uma maneira de preservar o atleta no decorrer do seu desenvolvimento como lutador de MMA e para isso os lutadores foram divididos pelas classes A, B e C. Na classe C o atleta enfrentaria uma rotina de competição parecida com a de um lutador profissional de MMA, a única exceção é em relação a pesagem antes das lutas.

“No card preliminar do Thunder fazemos lutas Classe C, utilizando as regras amadoras apenas com as luvas, esses atletas já estão em nível de competir profissionalmente no MMA. O grande diferencial é a pesagem no dia da competição fazendo o atleta lutar mais próximo do seu peso real.” – explica

O ano de 2017 foi de crescimento do MMA amador na cidade de São Paulo, com eventos mais sólidos e organizados o que é essencial para o desenvolvimento do esporte e consequentemente dos lutadores.

“Sobre minha direção foram três Copas Thunder e quatro edições do Fight Club. É claro que não parou por aí, foram duas edições do SSF realizadas pelo mestre Reviravolta (treinador do Alex Poatan do Glory). O Marcos Babuíno fez edições do Golden Fight nas cidades de São Paulo, São Caetano e Guarulhos.” – conta

O projeto tomou forma e promete movimentar os quatro cantos do Brasil com a contribuição de pessoas ligadas ao mundo das lutas e preocupadas com o desenvolvimento do MMA.

“Gean do Vale,promotor do Limo Fight, vai fazer no Nordeste e o Rafael Murruga, promotor do Skull Fight, vai fazer no Rio. Além disso teremos representantes em Santa Catarina, Minas Gerais e Curitiba.” – revela

A edição do próximo dia 28 acontecerá no CT China Team no Jardim Peri Peri na capital paulista e marcará o início do maior circuito de MMA amador do país.

“Creio que no futuro vamos ter atletas de MMA profissional mais preparados tecnicamente e mentalmente, respeitando o tempo certo para cada etapa até se profissionalizar.” – finaliza

Para conhecer um pouco mais sobre o Circuito Brasileiro de MMA Amador é só entrar no link abaixo.

https://www.cbmmaa.com.br