Com empate nos acréscimos, Boavista conquista ponto amargo na Copa SP

O Boavista conquistou na manhã deste sábado seu primeiro ponto nesta edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior, ao empatar em 1 a 1 com o Osvaldo Cruz-SP, no Estádio Breno Ribeiro Val. As duas equipes estão no grupo seis da competição, sediada pela segunda vez consecutiva em Osvaldo Cruz. Agora, aguardam o complemento da rodada, quando o Internacional enfrenta o Capital-TO.

Ágil e veloz, Matheus Storck fez boa jogada individual pela esquerda, passou por um marcador e bateu cruzado, para o canto direito do goleiro Bruno, que estava fora do lance. Dois marcadores não conseguiram afastar o perigo e o volante Hugo apareceu na pequena área para empurrar a bola para o fundo da rede e abrir o placar: Boavista 1 a 0.

A vantagem do time de Saquarema provocou uma mudança de postura do time paulista: sem conseguir ser mais técnico e criar oportunidades, o Osvaldo Cruz tornou o jogo mais físico. Mais organizado, o Boavista era perigoso no jogo reativo. Aos 27 minutos, em um belo contra-ataque, com troca de bons passes em velocidade, a bola sobrou para Matheus Storck que, de fora da área, chutou forte e ela explodiu no centro do travessão.

No lance seguinte, foi a vez do Osvaldo Cruz assustar: livre de marcação, Hugo invadiu a área e tentou tirar o goleiro Ary da jogada, mas bateu à direita do gol: apenas tiro de meta. As três substituições feitas no intervalo mostraram o quanto o técnico Luciano Baiano estava insatisfeito com o desempenho do time da casa. Precipitada ou não, a mudança surtiu efeito. Com mais presença ofensiva. os anfitriões passaram a chegar com perigo ao gol de Ary, grande destaque individual do confronto.

Aos seis minutos, o goleiro defendeu bom chute de Pedro Favela. Aos 15, em jogada aérea, Hugo subiu mais do que os marcadores e cabeceou firme, da linha da pequena área. Atento, o goleiro mostrou reflexo para defender de mão trocada e segurar a vantagem parcial. Cinco minutos depois, o camisa um foi acionado duas vezes e voltou a salvar a equipe, que evitava sair ao ataque, para não se expor, mas não conseguiu evitar a pressão do time da casa.

A pressão surtiu efeito aos 48 minutos, quando Carlos Roberto, de cabeça, subiu mais do que a marcação e deixou tudo igual: 1 a 1.